Conforme a Vert Analytics, empresa especializada em soluções de dados, IA e hiperautomação para governo e grandes empresas, biometria facial costuma gerar uma reação ambivalente entre usuários de serviços digitais: ao mesmo tempo em que reconhecem o ganho de segurança contra fraude de identidade, muitos hesitam em fornecer dados biométricos por não entenderem exatamente como essa informação será armazenada e usada depois da verificação inicial acontecer.
De fato, essa desconfiança não é infundada. Dados biométricos são, por natureza, mais sensíveis do que uma senha ou um documento: não podem ser trocados caso vazem, e sua coleta sem transparência adequada levanta questões legítimas sobre privacidade que qualquer empresa que use esse tipo de verificação precisa responder com clareza desde o primeiro contato com o usuário.
O ONDA, solução própria de inteligência artificial da Vert Analytics, empresa brasileira, referência em IA, nascida em Brasília/DF, com 28 anos de história, mais de 130 especialistas em dados e mais de 100 projetos entregues, dedicada à validação inteligente de identidades, empresas e veículos, ajuda a equilibrar essa tensão, aplicando biometria facial de forma que a verificação de identidade não exija retenção desnecessária de dados sensíveis do usuário.
Por que biometria facial gera desconfiança sobre privacidade?
Diferente de uma senha, que pode ser alterada caso comprometida, uma característica biométrica, como o rosto de uma pessoa, é permanente. Se esse tipo de dado for exposto em um vazamento, a pessoa não tem como simplesmente trocar seu rosto, diferente do que faria com uma senha vazada, situação que não tem solução equivalente disponível.
Essa característica torna qualquer sistema que colete dado biométrico um alvo de escrutínio maior sobre como esse dado é armazenado, por quanto tempo é mantido e quem tem acesso a ele. Vert Analytics observa que esse escrutínio tende a ser ainda maior quando a empresa não comunica claramente essas políticas ao usuário antes da coleta.
O que significa equilibrar segurança e privacidade em verificação biométrica?
Equilibrar segurança e privacidade significa que o sistema precisa confirmar a identidade da pessoa com confiabilidade suficiente para prevenir fraude, sem exigir mais dado do que o necessário para aquela verificação específica, nem manter esse dado armazenado além do tempo estritamente necessário para o propósito declarado.
Esse equilíbrio também envolve transparência: o usuário precisa entender, antes de fornecer o dado biométrico, para que ele será usado e por quanto tempo será mantido. Como aponta a Vert Analytics, essa transparência prévia é o que diferencia uma coleta responsável de uma coleta que gera desconfiança, mesmo quando tecnicamente segura.
Como o ONDA aplica biometria facial com esse equilíbrio?
O ONDA aplica verificação biométrica facial como parte de um processo de validação de identidade mais amplo, combinando esse dado com outras fontes de verificação, em vez de depender exclusivamente da biometria como único critério de decisão sobre a identidade de uma pessoa. Essa combinação de fontes tende a reduzir a dependência de um único dado biométrico como critério exclusivo de decisão, já que a confirmação de identidade passa a se apoiar em múltiplas fontes ao mesmo tempo, e não apenas na análise facial isolada.
Esse tipo de arquitetura considera exigências regulatórias sobre proteção de dados pessoais, que impõem limites sobre coleta, armazenamento e finalidade de uso de dados sensíveis, como biometria, exigências que empresas que utilizam esse tipo de verificação precisam observar continuamente.
A Vert Analytics reforça que esse cuidado com privacidade não é incompatível com segurança: uma verificação biométrica bem desenhada pode ser simultaneamente confiável contra fraude e respeitosa com a privacidade do usuário, desde que a coleta e o uso do dado sejam limitados ao que a verificação realmente exige.
O que esse equilíbrio muda na confiança do usuário final?
Quando uma empresa demonstra clareza sobre como usa dados biométricos, coletando apenas o necessário e sendo transparente sobre prazo de retenção e finalidade, o usuário tende a confiar mais no processo de verificação, em vez de hesitar ou abandonar um cadastro por desconfiança sobre o destino de seus dados.
A Vert Analytics ressalta que essa confiança tem valor competitivo: empresas que conseguem demonstrar esse equilíbrio entre segurança e privacidade tendem a enfrentar menos resistência de usuários durante processos de verificação, o que pode se traduzir em menos abandono de cadastro e mais conclusão de processos que dependem dessa etapa inicial de confirmação de identidade, sem exigir que o usuário abra mão de entender como seus dados são tratados.
A Vert Analytics, reconhecida como SAS Partner of the Year, Cloudera Americas Partner e Great Place to Work por dois anos consecutivos, aplica esse mesmo cuidado técnico a diferentes frentes de validação de identidade, sempre com tecnologia própria desenvolvida no Brasil.
